Obra do “Marco Zero da Colonização” é atração no Parque da Prainha

Obra do “Marco Zero da Colonização” é atração no Parque da Prainha

Em meio às festas do aniversário de 489 anos de Vila Velha, o prefeito Arnaldinho Borgo inaugurou, no Parque da Prainha, o Marco Zero da Colonização, uma obra de arte a céu aberto criada pelo artista plástico Celso Adolfo. No centro da obra há uma placa, com a imagem de uma caravela, com a seguinte inscrição: “O Espírito Santo nasceu aqui. Vila do Espírito Santo. Vila Velha. 1535.”

A obra de arte de Celso Adolfo foi construída com pedriscos, que são pedras aglutinadas com resina, resultando num piso que proporciona alta drenagem de água e resistência em locais abertos, como o Parque da Prainha.

A belíssima obra de Celso Adolfo é um mosaico que conta a história da colonização, retratando Vasco Fernandes Coutinho, o escudo de Portugal, a caravela Glória usada por ele em sua chegada em Vila Velha, os povos originários, os pescadores da Prainha, a imagem de Frei Pedro Palácios apontando para as palmeiras do Convento da Penha e o mapa do Espírito Santo elaborado em 1535.

Em volta do mosaico o artista criou a figura de uma corda náutica, que também está presente na arquitetura da Igreja do Rosário, numa referência a Nossa Senhora do Rosário e à colonização dos portugueses no Espírito Santo.

História

A cidade teve sua origem em um domingo, no dia 23 de maio de 1535, quando a caravela Glória, que trazia o português Vasco Fernandes Coutinho, aportou na Prainha.

Inicialmente, a capitania foi batizada com o nome de Espírito Santo, porque a chegada do donatário ocorreu em um domingo em que os católicos festejavam Pentecostes. Vila Velha foi sede da capitania até 1549, quando esta foi transferida para Vitória.

Em 1550, passou a se chamar Vila Velha do Espírito Santo. Já no ano de 1750, passou a ser considerada distrito e, mais tarde, em 1890, município, pela Constituição Estadual.  Foi apenas em 1958 que Vila Velha foi reconhecida oficialmente com o nome que tem até hoje.


Fonte: Prefeitura de Vitória